Reserva Natural

RESERVA NATURAL DO ESTUÁRIO DO SADO

– Motivos de classificação

O Decreto-Lei nº 430/80, de 1 de Outubro, criou a Reserva Natural do Estuário do Sado, considerando as poluições de vária ordem que afectam o estuário, fazendo menção da necessidade de se tomarem medidas no sentido de não comprometer irreversivelmente as suas incontestáveis potencialidades biológicas. Neste domínio a classificação prende-se, sobretudo, com o interesse botânico e faunístico – nomeadamente ornitológico e ictiológico – deste vasto plano de água.

Manutenção da vocação natural do estuário, desenvolvimento de actividades compatíveis com o equilíbrio do ecossistema estuarino ou que possam aumentar a produtividade dos processos naturais, a correcta exploração dos recursos, a defesa de valores de ordem cultural ou científica bem como a promoção do recreio ao ar livre.

– Descrição

A RNES situa-se nos distritos de Setúbal e Beja e abrange os concelhos de Setúbal, Palmela, Alcácer do Sal e Grândola. Estende-se desde a linha de caminho de ferro do vale do Sado a norte e a estrada nacional nº253 Comporta-Alcácer, a sul.

Trata-se do segundo maior estuário de Portugal a seguir ao Tejo, sendo simultaneamente uma das mais importantes zonas húmidas portuguesas em termos das comunidades de aves aquáticas que utilizam.

Embora ”tecnicamente” estejamos na presença de uma verdadeira zona estuarina, paisagisticamente encontram-se características de outras tipologias, bem expressivas na Península de Tóia, que lembra cordões barreira das rias, ou na vasta depressão dunar da Comporta/Carvalhal, actualmente ocupada pela cultura do arroz, e que nos evoca uma paisagem de lagoa costeira.

– Geologia e Solos

A área da RNES encontra-se integrada na unidade da Orla Mesocenozóica Ocidental, em termos de enquadramento morfoestrutural.

Esta orla sedimentar é constituída por depósitos detriticos e carbonatados que se estendem junto do litoral ou acompanhando algumas linhas de água para o interior continental. Estas séries correspondem a sedimentos de idade terciária que assentam sobre o Soco Paleozóico. Em determinados locais encontram-se recobertos por materiais mais recentes (Quaternário-actualidade).

Na Orla Mesocenozóica Ocidental destaca-se a sul a Bacia do Sado, de idade terciária, a qual é preenchida por materiais detríticos e desenvolve-se num fosso alongado com orientação SE-NW, entre as falhas da Messejana, Vidigueira e Grândola, encontrando-se ainda associada para NW à Bacia Sedimentar do Tejo.

A Reserva é formada em grande parte por planícies aluviais com uma altitude média muito baixa, a maior parte das vezes entre os 10 e os 20 metros, atingindo o valor máximo de 40 metros na margem norte, próximo do monte do Abul. Para além das planícies aluviais podem encontrar-se ainda outros tipos de formação como dunas, praias (fluviais e marítimas) e alguns afloramentos plistocénicos e miocénicos. Em ambas as margens existem sapais que são entrecortados por esteiros e canais.

As areias de praias modernas ocorrem ao longo do mar constituindo em parte a Península de Tróia. No extremo SW desta desenvolvem-se dunas que formam uma língua de areia, separando do mar o estuário do Sado. As areias das dunas desenvolvem-se essencialmente na margem sul.

Os solos da Reserva apresentam alguma diferenciação consoante a sua origem, localização e grau de erosão. É de salientar a existência de solos salinos imediatamente contíguos ao leito do rio, sendo ocupados por áreas de sapal, salinas e vários tipos de aquacultura. Estando os tipos de vegetação condicionados pelas características dos solos, podemos então aqui encontrar diferentes tipos de ocupação vegetal, podendo-se esta dividir em dois grandes tipos – Florestal e Agrícola havendo no entanto alguns espaços menores com outras ocupações, tais como agro – florestal, vegetação natural, incultos e áreas sociais. Analisando o coberto vegetal na Reserva, verificamos que predomina a floresta com 16,8% da área total da Reserva, contra 11,1% utilizada para a agricultura.

– Hidrologia e Clima

A Reserva Natural do Estuário do Sado deve o seu nome ao rio Sado, o principal curso de água que a atravessa. O Sado nasce a sudoeste de Ourique, corre na direcção sudeste – noroeste e percorre 175 Km até desaguar a oeste da cidade de Setúbal. É navegável até cerca de 70 Km e os seus principais afluentes são: o rio Xarrama e as ribeiras de Campilhas, do Roxo, da Figueira, de Odivelas, de Alcáçovas, da Marateca e de S. Martinho. A extensão do rio que está inserida na Reserva mede cerca de 28 Km, sendo toda navegável. Os únicos afluentes que têm parte do seu percurso dentro da área da Reserva são a Ribeira de S. Martinho, que entra junto ao Monte Novo de Palma e a Ribeira de Marateca atinge o valor máximo de largura, cerca de 5000 metros, para depois voltar a estreitar até atingir na foz cerca de 1600 metros.

O clima da região da RNES, de tipo mediterrâneo com influência marítima, é o resultado da sua posição geográfica na faixa costeira, das reduzidas altitudes e do relevo suave.

Deste modo e em termos globais, a área da RNES tem um clima mediterrânico, de transição entre o clima marítimo e o clima continental. Relativamente ao clima típico marítimo, o clima de transição que se verifica na área do POGRNES caracteriza-se por uma menor nebulosidade, maiores amplitudes térmicas diárias e anuais (> 12 ºC) e maior frequência de ocorrência de geadas.

Quanto à classificação de Thornthwaite, o clima da área da RNES é Mesotérmico com ligeiras diferenças entre as várias zonas, no que respeita aos índices hídrico e de humidade.

– Flora e Vegetação

A RNES apresenta, do ponto de vista da flora e vegetação aquática, dois ambientes claramente distintos: o sapal, sob o efeito da água do mar e os ecossistemas aquáticos dulciaquícolas, caracterizados pela presença de água doce. (sapal: sapal baixo, sapal alto e sapal de transição; ecossistemas aquáticos dulçaquícolas: charcos temporários, charcos distróficos; vegetação aquática de águas eutróficas permanentes e lênticas com plantas enraizadas ou suspensas, turfeiras, juncais e caniçais, urzais higrófilos, galerias de Tamarix canariensis, galerias com salgueirais e salgueirais turfófilos).

 

– Fauna

Na RNES estão registadas 261 espécies de vertebrados, dos quais 8 são anfíbios, 11 são répteis, 211 são aves e 31 são mamíferos. Na RNES, cerca de 9.500 há são constituídos por zonas húmidas marginais convertidas para a salinicultura, para piscicultura e para a orizicultura, por áreas terrestres e pequenos cursos de água doce. A zona estuarina do Sado constitui na prática, um verdadeiro “viveiro” ou zona de crescimento, para inúmeras espécies de peixes (tendo sido já identificadas 44 espécies) e de moluscos, com grande interesse comercial e biológico.

Face à sua riqueza biológica o estuário do Sado constitui ainda uma região de grande importância para a espécies de cetáceos roaz corvineiro (Tursiops truncatus), vivendo no estuário uma comunidade de cerca de 30 animais.

ANFÍBIOS RÉPTEIS

Dos anfíbios e répteis há a destacar, o cágado (Mauremys leprosa), a cobra-de-água-viperina (Natrix maura), a cobra-de-água-de-colar (Natrix natrix), a rã-de-focinho- pontiagudo (Discloglossus galganoi), o sapo (Bufo bufo), o sapo-corredor (Bufo calamita), o tritão-marmoreado (Triturus marmoratus) e a rela (Hyla arborea), entre outros.

ANFÍBIOS

Rã-de-focinho-ponteagudo (Discoglossus galganoi) –

sapo-parteiro-ibérico (Alytes cisternasii).

tritão-de-ventre-laranja (Triturus boscai),

RÉPTEIS

Lagartixa de Carbonell (Podarcis carbonelli) – EN

Víbora-cornuda (Vipera latastei) – NT

Lagartixa-de-dedos-denteados (Acanthodactilus erythrurus) – NT

Lagartixa-do-mato-ibérica (Psammodromus hispanicus) – NT

AVES

Pela importância que tem para as aves aquáticas o Estuário do Sado goza de estatutos internacionais de protecção, nomeadamente de zona de protecção especial, ao abrigo da Directiva 79/409/CEE, de Área Importante para as Aves Europeias (designação da Comissão Europeia) e de Sítio de Ramsar, ao abrigo da Convenção de Ramsar. A classificação de Biótopo CORINE C14100013, ao abrigo do programa CORINE 857338/CEE e mais recentemente do Sítio PTCON00011 (proposto para integrar a futura Rede Natura 2000), ao abrigo da Directiva 92/43/CEE, é em grande parte alicerçada na riqueza da sua fauna.O estuário do Sado encontra-se entre as três principais zonas húmidas portuguesas com importância para as aves aquáticas (Anatídeos, Galeirões e Limícolas), tendo-se mesmo verificado na última década um gradual crescimento da comunidade das aves aquáticas. Podemos destacar as populações de merganso-de-poupa (Mergus serrator), pato-trombeteiro (Anas clypeata), pato-real (Anas platyrhynchus), galeirão (Fulica atra), ostraceiro(Haematopus ostralegus), alfaiate (Recurvirostra avosetta), perna-longa (Himantopus himantopus), tarambola cinzenta (Pluvialis squatarola), maçarico-real (Numenius arquata), rola-do-mar (Arenaria interpres), pilrito-comum (Calidris alpina). Relativamente a outras espécies há a considerar as expressivas populações de corvo-marinho-de-faces-brancas (Phalacrocorax carbo) durante o período da invernada, da águia-sapeira (Circus aeruginosus) durante a invernada e nidificação, de flamingo (Phoenicopterus ruber) durante a invernada, de garça-boieira (Bubulcus ibis), de garça-branca (Egretta garzetta) e de garça-real (Ardea cinerea).

Aves aquáticas

Limícolas

Recurvirostra avosetta – alfaiate

Numenius arquata – maçarico-real

Tringa totanus – perna-vermelha-comum

                Pluvialis squatarola – tarambola-cinzenta

                Calidris alpina – pilrito-comum

Tringa totanus – perna-vermelha

Limosa limosa – maçarico-de-bico-vermelho

                Limosa lapponica – fuselo

Anatídeos

                Anas crecca – Marraquinha

Anas plahyncos – Pato Real

Aus acuta – Arrabio

Anus chypeata – Pato trompeteiro

 

 

Outras:

Phalacrocorax carbo – corvos-marinhos,

Bubulcus ibis – Garça-boeira

Egretta garzetta – Garça-branca

Ardea purpureaGarça vermelha

Ciconia ciconiaCegonha-branca

Platalea leucorodia – Colhereiro

Phoenicopterus (ruber) roseus – Flamingo-comum

Sterna albifrons – Andorinha-do-mar-anã

mergulhões,

 

MAMÍFEROS

Na RNES e no que diz respeito aos mamíferos, podemos encontrar a lontra (Lutra lutra), o morcego negro (Barbastella barbastellus), o rato de Cabrera (Microtus cabrerae), o gato-bravo (Felis Silvestris), o toirão (Mustela putorius), o sacarrabos (Herpestres ichneumeon), a geneta (Genetta genetta), o texugo (Meles meles) e a raposa (Vulpes vulpes) entre outros.

A comunidade de mamíferos da Reserva é particularmente rica e diversificada, formando um conjunto algo invulgar e que, de alguma forma, demonstra a peculiaridade deste estuário, pois a presença do roaz corvineiro, Tursiops truncantus é, por si só, uma singularidade sem paralelo nas zonas estuarinas portuguesas. Estudos recentes consideram esta população muito frágil, apresentando um quantitativo muito baixo (cerca de 20 animais) em declínio acentuado.

Entre os carnívoros a lontra (Lutra lutra) é uma espécie emblemática que apresenta uma situação populacional francamente favorável registando-se a sua presença em grande parte da área da Reserva. Ainda neste grupo há a registar não só a ocorrência de espécies com amplas e comtínuas distribuição em Portugal, como a raposa (Vulpes vulpes), o sacarrabos (Herpestres ichneumeon), a geneta (Genetta genetta), e a fuinha (Martes foina), mas também outras de distribuição mais fragmentada, como texugo (Meles meles) e o toirão (Mustela putorius).

Merece também especial interesse, a presença de uma comunidade de quirópteros que comporta espécies com elevado estatuto de conservação: o morcego-arborícola-pequeno (Nyctalus leisleri), o morcego de peluche (Miniopterus shcreibersii) e o morcego rabudo (Tandarida teniotis).

 

FAUNA MARINHA E ESTUARINA

O estuário do Sado é caracterizado por apresentar uma elevada riqueza específica, principalmente na área do Canal Sul (Lopes da Cunha, 1994). Segundo este autor, comparando o estuário do Sado com outros sistemas estuarinos e lagunares existentes em Portugal continental, ocorrem neste estuário um maior número de espécies exclusivas, nomeadamente: Mustelus mustelus (cação), Raja brachyura (raia-pontuda), Raja clavata (raia-lenga), Myliobatis aquila (ratão-águia), Sardinella aurita (lombuda), Merluccius merluccius (pescada), Gaidropsarus vulgaris (laibequede-três-barbilhos), Naucrates ductor (peixe-piloto), Pagrus auriga (pargo-sêmola), Centrolabrus exoletus (bodião-da-rocha), Symphodus ocelatus (bodião-de-pinta), Gymnammodytes semisquamatus (galeota-lisa), Deltentosteus quadrimaculatus, Stromateus fiatola (pampo), Chelidonicthys lastoviza (cabra-riscada), Taurulus bubalis (escorpião-roco), Citharus linguatula (carta-de-bico).

 

– População Residente

– Atividades Humanas

Na área da Reserva Natural coexistem um número diverso de actividades humanas em vários sectores. No domínio agrícola, a cultura do arroz merece especial destaque, pois ocupa mais de 2500 ha. Os arrozais, constituem eles próprios, zonas húmidas com grande importância enquanto zonas de alimentação para algumas espécies de aves aquáticas.

Com bastante significado e também de interesse conservacionista, a exploração florestal do tipo montado, muitas vezes associando sobreiros e pinheiros mansos, merece também uma especial referência, pois a exploração da cortiça e do pinhão, sendo altamente rentável, não implica usos intensivos.

De referir ainda como actividades importantes e mobilizadoras de grande parte da população da área em referência, a pesca, a apanha de espécies bentónicas como a poliqueta e os bivalves, a aquacultura de peixe e bivalves e o turismo. O empreendimento de Troia junto à foz do estuário e a zona da Soltroia também na peninsula de Toria têm um papel importante em termos da atividade turística regional e nacional. O Turismo de natureza, através da existência de várias empresas especializadas para observação de espécies e habitats em terra, no estuário e costa da arrábida tem já igualmente um importante peso económico e movimentam um considerável numero de visitantes.

A salinicultura que já conheceu tempos de grande importância e destaque no conjunto das atividades económicas dentro da RNES, encontra-se em franco declínio, mas o potencial para o exercício da atividade mantem-se inalterado..

– Património Cultural

São conhecidos na área da Reserva Natural vários sítios de interesse arqueológico, nomeadamente o concheiro neolítico da Barrosinha, a feitoria fenícia de Abul e os fornos romanos do Pinheiro, todos correspondendo a diferentes fases da História.

No que respeita à arquitetura de raíz, assinalam-se por um lado a presença de alguns montes e também a existência de construções com carácter precário constituídas por cabanas com telhado de colmo, as quais quando devidamente mantidas, possuem um inegável interesse etnográfico.

Os sistemas de moagem constituem outro exemplo de arquitetura tradicional que, no caso da RNES, compreendem moinhos de vento (actualmente inactivos) e moinhos de maré.

Finalmente, uma abordagem ao património cultural na RNES não ficará completa sem uma referência às paisagens culturais, sendo certo que uma percentagem significativa da Reserva o é através dos montados – estes resultam da intervenção directa do homem que conduz os povoamentos, corta, desbasta, roça e faz circular o gado entre as cercas: – das salinas, provavelmente, o expoente máximo do conceito de paisagem cultural, enquanto “jardins de sal”, meandros e labirintos de taludes e pequenos muros introduzem um factor geométrico às paisagens, onde o céu se reflecte em múltiplos espelhos. Presentemente, quase desaparecidas, por abandono e reconversão para outros usos, regista-se que as poucas salinas em funcionamento alteraram o seu traçado e os seus processos, afastando-se de alguma forma dos métodos tradicionais que, no passado, asseguravam a produção de um sal de qualidade superior.

 

– Património construído

Os recursos marinhos (pesca e sal) foram juntamente com as condições naturais de porto, os principais factores de fixação humana nas margens do estuário do Sado.

Durante o neolítico médio-final há cerca de 5000 anos, ocorreu o estabelecimento de diversos habitats de mariscadores/pescadores na margem esquerda do estuário entre a Comporta e a Carrasqueira (Celeiro Velho, Malhada Alta, Possanco, Pontal, Barrosinha, Sapalinho). Situaram-se na extremidade de línguas de areia banhadas pelas águas da baía e separadas por esteiros, em situação privilegiada para uma proveitosa exploração dos recursos que aqueles ofereciam. Também na margem direita do estuário se localizaram habitats de ar livre do Neolítico.

Do período romano, os centros de produção de salga de peixe, alcançaram o seu auge durante o séc. II. A olaria produtora das ânforas destinadas à indústria da salga, encontrava-se distribuída principalmente na margem direita do Sado: Pinheiro, Abul, Encharroqueira, Vale da Cepa e Batalha na margem esquerda, constituem as localidades dos fornos romanos conhecidos.

Nos nossos dias, podemo-nos aperceber que a arquitetura tradicional encontrada na área da RNES, sofreu de um modo geral alterações profundas ao longo dos tempos. Alterações, essas provocadas pelo desenvolvimento industrial, crescimento da população activa, progresso da urbanização e introdução de novos materiais de construção.

Subsistem, apesar do crescimento de alguns aglomerados, tipos de construção que se destacam quer através da simplicidade das formas, quer pelo recurso aos materiais de construção locais e pela integração na paisagem.

A habitação rural e a cabana do pescador, também destinada a arrumo de alfaias agrícolas, representam tipologias que ainda testemunham a tradição e cultura do povo aqui residente.

A sul e leste da Reserva, perdura uma tipologia de habitação semelhante às casas do litoral alentejano, de piso térreo com base numa planta rectangular, com paredes caiadas a branco, sublinhado normalmente a azul ou ocre.

Ainda se encontram, especialmente em locais arenosos, algumas cabanas que têm como funções a habitação (mesmo segunda habitação para lazer e turismo rural) ou a guarda de alfaias agrícolas.

Ressaltamos no património construído o Moinho de Marés da Mourisca, localizado junto ao rio, na zona do Faralhão, que como centro de informação, sensibilização ambiental, de birdwatching e polo de descoberta da Reserva Natural é um importante marco. É gerido conjuntamente entre o ICNF e a Câmara Municipal de Setúbal e promove regularmente ações de sensibilização e formação ambiental. Está ainda aberto regularmente ao publico em geral e à visitação específica de escolas e grupos.

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